quarta-feira

quinta-feira

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quinta-feira

DOBRADINHA!!!!!



MARAFO com:
Mauricio Takara + Kiko Dinucci + Rogério Martins + Sérgio Machado
Dia 3 de julho às 0h30
Local: Neu Club
Endereço: Rua Dona Germaine Burchard, 421. (é uma travessa entre
a rua turiassu e a av. francisco matarazzo, no bairro da água
branca/perdizes). São Paulo
Entrada: R$10 até 24h, depois será R$15

Kiko Dinucci + Sérgio Machado + Thiago França
Dia 4 de julho às 21h30
Local: Espaço +Soma
Endereço: Rua Fidalga, 98 Vila Madalena - São Paulo
Entrada: R$10

quarta-feira

terça-feira

quarta-feira

quinta-feira

Dinucci no Programa Urbano da Multishow


Kiko Dinucci fala sobre religião no programa Urbano da Multishow (Globosat). O programa vai ao ar na Quinta(28/08) 21h15, com reprises no Sábado - 14h30, Domingo - 9h, Segunda - 18h30 e Terça - 1h30 e 7h30.

quarta-feira

AfroMacarrônico no CCJ



brasilounge

28/08 - 20h - Centro Cultural da Juventude (CCJ)
Av. Dep. Emílio Carlos, 3.641 - Vila Nova Cachoeirinha - Norte. Telefone: 3984-2466

-Apresentação do primeiro corte do curta OMJA-Kinoforum
-Shows de bandas e performances

Para comemorar a chegada do Curta Kinoforum - Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo ao Centro Cultural da Juventude (CCJ), organizamos uma grande celebração da inclusão audiovisual, o Brasilounge. Aproveitamos a oportunidade para integrar a equipe das oficinas francesas OMJA num encontro do cinema de comunidade franco-brasileira.

A Associação Cultural Kinoforum, que promove o Festival, sempre foi pioneira ao apostar no audiovisual como instrumento de inclusão social, promovendo a união e a democratização do acesso à cultura. Esse espírito está presente nas Oficinas Kinoforum e na seção KinoOikos do Festival, que há sete anos promove o encontro de representantes do cinema de comunidade.

Visando dar um passo a mais nesse processo, a KinoOikos vai abrir seu site para a troca de músicas entre jovens músicos e jovens realizadores. Com o uso da licença Creative Commons, a idéia é que novos talentos se encontrem e troquem experiências, colaborando para a troca saudável de conteúdo digital.

Depois da apresentação do primeiro corte do curta produzido pela parceria OMJA-Kinoforum, o CCJ será palco do show da banda Kiko Dinucci e Bando AfroMacarrônico, com performance do videoartista Flavio Galvão e a supervisão do videoartista Pedro Bayeux.

Democracia Digital


O lado do blog LORONIX, o UM QUE TENHA é o melhor MP3blog de música brasileira, lá você encontra de tudo, bossa, choro, samba, brega, forró, rock e até mesmo o disco novo do Bando AfroMacarrônico "Pastiche Nagô". Engraçado que o misterioso proprietário do blog Fulano-Sicrano tenha que se esconder como se fosse um criminoso, pois posta discos diversos para serem baixados gratuitamente, o que desagrada o povo de gravadora e até artistas mais conservadores. O que essa gente não percebe (ou percebe e fica puto)é que Fulano faz um serviço socio-educativo para o Brasil e para o mundo, disponibiliza milhares de CDs pra quem quiser baixar e ouvir, diferente de quem pirateia e ganha dinheiro em cima. Seja lá quem for o Fulano, queria dar os parabéns pelo trabalho, uma pessoa dessa tinha que estar trabalhando no Ministério da Cultura ou Educação, ôpa, melhor não! Fulano continue sendo o Robin Hood da cultura e da informação.

Pastiche Nagô nos USA


Foi lançado na terra de Barack Obama a versão digital de Pastiche Nagô o novo CD do Bando AfroMacarrônico, o selo ONE CELL RECORDS está vendendo o disco em MP3. Mas se você quiser o CD palpável entre no site da DESMONTA, da TRATORE ou procure por aí pelas quebradas do mundaréu.

terça-feira

SESC Pompéia








Lançamento




"Ocupado como Gado com nada pra fazer" e "Pastiche Nagô" são os nomes dos novos trabalhos do multi instrumentista M. Takara e Kiko Dinucci e BandoAfroMacarrônico. Os músicos que produzem sons totalmente distintos, mas complementares, fazem show de lançamento no Sesc Pompéia.
M.Takara, baterista das bandas Hurtmold, Instituto e São Paulo Underground, lança no mesmo show Ocupado como Gado com Nada pra Fazer, sua quarta produção solo. Com composições novas que utilizam mais batidas eletrônicas e a voz, o multi-instrumentista apresenta este novo trabalho e conta com a participação de Richard Ribeiro (Debate, SP Underground) na bateria e Rogério Martins (Hurtmold) na percussão. O resultado é uma trilha sonora inusitada que mostra marcas de eletrônica experimental, jazz, música brasileira e rock.


Dia 5 de junho, quinta-feira, às 21h
SESC Pompéia - Choperia
Rua Clélia, 93
São Paulo
Telefones: 3871-7700 / 3865-0324
R$ 16,00 (inteira); R$ 8,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes). Não é permitida a entrada de menores de 18 anos.


Na Internet
www.desmonta.com
www.onecellrecords.com
www.mtakara.com
www.myspace.com/desmonta
www.myspace.com/mtakara
www.myspace.com/afromacarronico
www.afromacarronico.blogspot.com
Estabelecimento: Sesc Pompéia

Pastiche Nagô (2008)


Lançamento digital simultâneo no Brasil e EUA em parceria com o selo norte americanos ONE CELL RECORD.
O CD PAstiche Nagô é voltado à sonoridade paulistana, no qual os ritmos são nitidamente influenciados pela música africana e se manifestam de maneira cosmopolita, trafegando pelo samba, maxixe, música caribenha e principalmente por heranças da cultura bantu e yoruba oriunda dos cultos afro-religiosos difundidos no Brasil.
Produzido por André Magalhães Pastiche, Nagô conta com canções do próprio Kiko e do compositor paulista Douglas Germanoe e será lançado selo paulistano DESMONTA em parceria com o selo americano ONE CELL RECORDS. A idéia do selo não é apenas de colocar discos novos no mercado, mas sim criar uma rede de "produção" entre artistas brasileiros e internacionais, distantes em sua forma criativa.



Pastiche Nagô (2008)
Gravado, mixado e masterizado no Estúdio Zabumba (SP)
Direção artística: Kiko Dinucci e Luciano Valério
Direção musical: Douglas Germano, Kiko DInucci e Julio Cesar
Produção executiva: Luciano Valério, M. Takara e Kiko Dinucci
Produção: André Magalhães
Gravação: André Magalhães e Felipe Magalhães
Mixagem: André Magalhães
Masterização: Felipe Magalhães
Masterização (bônus): Felipe Magalhães
Assessoria de produção: Jussara Pinto
Arte e capa: Marcelo D’Salete
Projeto gráfico: Maecelo D’Salete, Luciano Valério e Kiko Dinucci
Afro - EP - Macarrônico (2007)
Gravado, mixado e masterizado no Estúdio 185
Direção artística e musical: Rogério Rochltz e Kiko Dinucci
Produção executiva: Bando AfroMacarrônico
Produção: Rogério Rochltz
Gravação: Beto Mendonça
Mixagem: Beto Mendonça
Masterização: Beto Mendonça
Participações especiais: Bocato, Renato Anesi, Samba Ossalê, Fred Prince, Paulinho Timor, Alex Macedo, Paula Sanches, Juçara Marçal, Rasangela Macedo, Meno del Picchia e Rogério Rochltz.


O BAndo é:

Rafael y Castro - Bateria
Julio Cesar - Percussão
Railídia - Voz
Dulce Monteiro - Voz
Douglas Germano - Voz e cavaco
Kiko Dinucci - Voz e violão

Kiko Dinucci na revista +SOMA

Vídeo com trechos da entrevista para a revista +SOMA e de um show do Bando AfroMacarrônico:



clique aqui para conhecer a revista +SOMA

quinta-feira

Studio SP

AVENTURA!
VIOLÊNCIA!
SEXO!
TRAIÇÃO!
HORROR!

Em mais uma apresentação do Duo MOVIOLA

quinta-feira

Sabadão!

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Juçara Marçal
http://www.myspace.com/jucaramarcal

sexta-feira

Gravando!!!



O Bando AfroMacarrônico está em estúdio gravando seu novo álbum, entitulado Pastiche Nagô, o trabalho é uma parceria do selo DESMONTA com o selo norte-americano One Cell Records. O CD deve sair do forno em meados de fevereiro de 2008, será lançado simultaneamente no Brasil e Estados Unidos, ocasião em que será lançado também o mais recente trabalho de Maurício Takara.

quinta-feira

Rolling Stone on line




CLIQUE AQUI e confira on line a matéria sobre Kiko Dinucci da revista Rolling Stone nº12.

Foto: Lucas Lima

terça-feira

Letras e comentários do Afro - EP - Macarrônico, Vol. 01

Faixa 1 - Instrumental, mas tem grande pós-referência na música Samba Absurdo de Mario Manga (Premê), embora eu não soubesse disso na época em que fiz a música, pois tinha me inspirado no cubano Perez Prado. Quando ouvi a música do Manga percebi o parentesco, esqueci o Perez Prado de lado e assumi o Premê de vez, Mosquitinho de Velório é um filhotinho de Samba Absurdo. Fiz a música antes, me influenciei depois, ou melhor, me identifiquei.








Mosquitinho de Velório (Kiko Dinucci)

ZZZZZUUUUUUMMMMM!!!!!!!


Faixa 2 - Também tem referência na música caribenha, mas creio que as maiores influências foram o candomblé de tradição Angola-Congo (bantu) e o mestre Nego Dito, Beleleu, PretoBrás, Itamar Assumpção, bem como o grupo que o acompanhava, Isca de Polícia.



Santa Bamba (Fabiano Ramos Torres/Kiko Dinucci)

Canta, gira, dança samba Santa Bamba
Bumbo, tambú, também o tambor, tá bom tá aqui
Canta, gira, dança samba santa bamba

Mangue minguado, zanga o nimbo na miçanga
De Cumbica ao Cambuci, na cumbuca uma canjica
Banzeiro e borocoxô
Um furzum no fuzuê
Mocorongo e songamonga
É cambaio de milonga

Canta, gira, dança samba Santa Bamba
Bumbo, tambú, também o tambor, tá bom tá aqui
Canta, gira, dança samba santa bamba

Lá na quitanda zombaram minha zumbaia
A fubanga sanha-gana se assanha sacode a saia
Xermbabo e xilindró
Cachuêra e caxambu
Bimbalhar nos cafundó
É veneno de timbó

Canta, gira, dança samba Santa Bamba
Bumbo, tambú, também o tambor, tá bom tá aqui
Canta, gira, dança samba santa bamba

Caxerenguengue, rompe, arranca uma moringa
Alambique cospe cana e o calango golando a pinga
Da calunga ao calundu
Mamulengo ao mulambo
Monjolo de mulungu
Angorá gora o angú

É cambaio de milonga

É veneno de timbó

Angorá gora o angú



Faixa 3 - Homenagem ao Jongo de Tamandaré (Guaratinguetá).

Tambú e Candongueiro (Kiko Dinucci)

Água de briga na pele da ngoma
Acende o fogo pro couro amaciar

Na curimba meu tambú
Na curimba candongueiro


Faixa 4 - Estão presentes o Geraldão da Barra Funda (Geraldo Filme) e Plínio Marcos. Fiz essa canção em 98, período em que morava na Barra Funda, exatamente nesse prédio com micose da foto do cabeçalho deste blog. Sinto saudades de lá e espero voltar um dia pro bairro.






Roda de Sampa (Kiko Dinucci)

Vou caminhando na Barra Funda
Onde os bambas se encontravam
E no Largo da Banana
Onde o samba encontrava o luar
E durava a noite inteira
Estandarte e frigideira
Gritos na rua de trás

Foi um rapaz, foi um rapaz

Que entrou na tiririca, fazendo visagem, saltando pra trás
E a ponta do pisante com um canivete sambando no chão
Não passou de ilusão, Não passou de ilusão
Dionízio Barbosa, Inocêncio Mulata e Geraldão
E os valentes da Glete gingavam com orgulho e tradição
Não passou de ilusão, Não passou de ilusão

Mas o samba anda sumido
Quem quiser vai ter que procurar
num sorriso de criança
E aprender que a pauliceia
Ainda pode cantar

Laiá, laiá, laiá, laiá

segunda-feira

Kiko Dinucci na Rolling Stone nº 12



Não, não, não. Não é o Kiko que está na capa com os seios pintados, essa é a Grazi. A matéria assinada por Adriana Alves está na sessão Acontece, na página 46.

Afro - EP - Macarrônico - Volume 1


Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

O projeto Afro - EP - Macarrônico surge a partir das dificuldades e lacunas que rodeiam o mercado e produção de música independente no Brasil. A idéia básica é lançar on line e gratuitamente singles virtuais com 5 ou 4 músicas a cada semestre, ou seja, ao invés de o público esperar em média 1 ano para ouvir um novo trabalho que depende de um cronologia orçamentaria e que as vezes é até interrompida e adiada, ele acompanha o andamento do trabalho e todo o desenvolvimento artístico e estético do artista. Cada volume do single Afro - EP - Macarrônico disponibilizará para download capas com diferentes artes e disign feitas por três diferentes artistas, para serem imprimidas e montadas pelo internauta. Após três volumes e três semestres as canções serão reunidas em um único CD não virtual, palpável e real. Além dos integrantes do Bando, o EP contou com as ilustres participações de Bocato, Juçara Marçal, Renato Anesi, Paula Sanches, Fred Prince, Meno del Picchia, Rosangela Macedo, Samba Sam, Paulinho Timor e Lula Gama. As gravações começaram despretenciosamente no quarto do compositor, pianista e produtor Rogério Rochlitz (aliás, produtor desse trabalho) e foram completadas no Estúdio 185 (São Paulo) do mágico dos botões Beto Mendonça.


Afro - EP - Macarrônico, Volume 1

1- Mosquitinho de Velório (Kiko Dinucci) - 3:33
2- Santa Bamba (Fabiano Ramos Torres/Kiko Dinucci) - 3:28
3- Tambú e Candongueiro (Kiko Dinucci) - 1:55
4- Roda de Sampa (Kiko Dinucci) - 4:19



download do EP




Direção musical e arranjos: Kiko Dinucci
Produção: Rogério Rochltz
Técnico de gravação: Beto Mendonça
Capa: Kiko Dinucci
Arte: Gina Dinucci
Gravado: No antigo quarto do Rogério Rochltz situado outrora no bairro da Pompéia e no Estúdio 185
Mixagem e masterização: Beto Mendonça
Músicos:
Kiko Dinucci - voz, violão, cavaquinho, percussão, composições (faixas1, 2, 3 e 4)
Douglas Germano - cavaquinho (faixas 2 e 4)
Júlio Cesar - pandeiro, congas (faixas 1 e 2)
Alex Macedo - tambu (faixa 3)
Paulinho Timor - patos (faixa 2)
Samba Sam - pandeiro, conga (faixas 2, 3 e 4)
Fred Prince - ganza, rebolo, tamborin, caixa (faixas 1 e 4)
Renato Anesi - Bandolin (faixa 1)
Bocato - Trombone (faixas 1 e 4)
Railídia - voz (faixas 2 e 4)
Dulce Monteiro - voz (faixas 2 e 4)
Paula Sanches - voz (faixas 2 e 3)
Juçara Marçal - voz (faixas 2 e 3)
Meno del Picchia - baixo (faixas 1 e 4)
Rosangela Macedo - voz (faixa 3)

domingo

Bando AfroMacarrônico


Fazia eu junto com os compositores Vanderlei Mazzucatto e Caio Prado e mais uma porção de pessoas queridas um espetáculo denominado Pra Quem Teve Paciência, onde cantávamos coisas nossas, com foco nas características do samba de São Paulo. Com o fim do espetáculo fiquei sem saber o que fazer, só compondo solitariamente até que juntei a Maraysa e Dulce Monteiro que faziam os coros no show já mencionado e montei o Bando AfroMacarrônico, que trazia a idéia de radicalizar o que já fazíamos no Pra Quem Teve... assumir uma postura geralmente negada pelos núcleos do chamado "samba de raíz", que era buscar as nossas próprias referências regionais, esquecer um pouco a Portela, a Mangueira. Porque vou compor canções exaltando escolas de sambas ou bairros de outro estado se nunca pisei lá? Porque tenho que ter vergonha do meu sotaque? Vou ser o que sou e acabou. Vou falar de Guarulhos, zona leste, centro e dos causos que me envolvem. Isso foi em 2001.
Com o passar dos anos o Bando sofreu várias paradas cardíacas e quase não sobreviveu, o grupo passou a trabalhar com regularidade somente no ano de 2005 graças a sua residência no Ó do Borogodó, tradicional bar com música ao vivo, que já abrigou (ou abriga) artistas como Fabiana Cozza, Dona Inah, Ney Mesquita, Alessandro Penezzi, Juçara Marçal, entre outros.
A sua formação diversificada influencia definitivamente na sonoridade do grupo, a começar pelas cantoras:
Railídia, entrou no grupo em 2003, além de grande conhecedora de sambas, tem uma memória assustadora, traz em sua bagagem os sons da Amazônia, o carimbó, o boi, além de toda cultura musical que carrega.
Dulce Monteiro, considerada o xodó de todos, doce, bela e sobretudo carismática. Abre voz com facilidade, ou seja, sai cantando a terça ou a sexta de qualquer melodia, dizem que é porque ela já cantou muita música caipira, mas na minha opinião, é porque ela vive tomando água tônica.
Alex Macedo, além de batuqueiro, é grande fabricante de instrumentos de percussão. Conhece praticamente todas as manifestações negras oriundas das antigas plantações de café, como o batuque de umbigada, congada, moçambique, jongo e sobretudo o samba-de-bumbo (samba rural, caipira), arranca gemidos do tal instrumento, quando se assanha, sai tocando o bumbo no meio do salão.
Douglas Germano é compositor, cavaquinista, violonista, percussionista, arranjador, cartunista e os cambaus. Participou do primeiro show do Bando e juntou-se a nós em 2006. Além da vivência pelas escolas de samba paulistanas, Douglas Germano (vulgo Cuca) é dono de uma obra única, original e singular, que dialoga com a cidade, seus dramas e seus desfechos.
Julio Cesar, percussionista dinâmico, trouxe para o Bando, além da herança genética do samba paulista difundida pelo seu pai Oswaldinho da Cuíca, os ritmos caribenhos e de várias Áfricas, também passeia pela música erudita.
Hoje o Bando AfroMacarrônico se embrenha não só pelo samba, mas por tudo que escutamos e que nos influencia, da macumba ao jazz, da cumbia ao tango.
Kiko Dinucci

Bando AfroMacarrônico é:

Kiko Dinucci - voz, violão, composições
Douglas Germano - voz, violão, composições
Railídia - voz
Dulce Monteiro - voz
Alex Macedo - percussão
Júlio Cesar - percussão

Fotos: Gina Dinucci
(parte superior, da esquerda para a direita: Júlio Cesar, Dulce Monteiro, Douglas Germano)
(parte inferior, da esquerda para a direita: Kiko Dinucci, Alex Macedo, Railídia)

sexta-feira

BlogMacarrônico !!!



Essa será a página de Kiko Dinucci e Bando AfroMacarrônico na rede. Aqui você poderá fazer download das músicas, ter acesso a agendas de shows, release, mapa de palco, letras e textos.

Xilografia: Bexiga de Gina Dinucci
Foto do topo (calçada): evauviedo > www.flickr.com/photos/evauviedo